PAF! E mais um livro fora atirado no chão. Vladimir passava todos os seus dias lendo os livros da sua biblioteca particular, na torre de seu castelo.
Já tinha lido os mais diversos livros nas mais diversas linguas, desde 1.826, o ano que se mudou para morar sozinho nesta sua humilde residencia.
Vladimir tinha nascido entre 1.650 e 1.700, mas a data exata não é conhecida, e ele se recusa a revelar. Seus cabelos quase tão brancos quanto sua pele constrastavam com a roupa preta que quase sempre usava. Era muito educado e um sujeito encantador, sempre comentavam as virgens da cidade, mas elas misteriosamente sumiam pouco tempo depois. Seus olhos variavam entre o negro mais profundo e o escarlate do sangue, dependendo do seu humor, mas nos tempos de hoje, era muito dificil seus olhos ficarem vermelhos, porque as garotas de hoje não davam muita atenção a um homem do porte dele, elas preferiam os “psyzeros”.

Quando não estava em sua biblioteca lendo livros, estava tocando seu orgão na sala principal do castelo, cujo som era tão potente que se podia ouvir lá da cidade, e era tão grande que quase batia no teto (que tinha 67 metros de altura, exatamente). Ele amava tocar, tocava de Piotr Ilitch Tchaikovsky a The Beatles. Da 9ª Simfonia a Hey Jude.
Quando era jovem, lá pelos seus duzentos anos, Vladimir seduzia as virgens da cidade (que ficavam encantadas com seu jeito másculo de ser) e as levava para uma visita ao seu castelo. Após se entregarem de corpo e alma a Vladimir ela tinha seu sangue completamente sugado pelo anfitrião.
Era um dia normal em seu castelo na semana passada, quando o garoto da livraria veio entregar os lançamentos a Vladimir (tremendo, pois o dono da “casa”, além de ter olhos muito negros media quase dois metros) que o vampiro percebeu que teria um ótimo passatempo: uma mulher havia escrito uma série de quatro livros, com capas muito bonitas, sobre vampiros.
Começou a ler o primeiro, Crepúsculo. Começava falando de amor e sobre uma garota. “Deve ser a vitima“, pensou Vladimir “Quando será que o vampiro vai atacar? Ele deve ser muito mau!” disse ele, rindo barbaramente.
Mas o tempo foi passando. E o tempo foi passando, E O TEMPO FOI PASSANDO, e Vladimir, desesperado, ao fechar o livro Amanhecer, com uma cólera nunca antes sentida, destruir, página por página, cada livro da série. Nunca tinha sido tão humilhado, nunca tinha sentido tanto vergonha.
- EU NÃO BRILHO NO SOL! – gritou, só para deixar claro.
Saiu de seu castelo e caminhou, quase caindo pelo seu descontrole, pela estrada que levava a cidade. Fazia bastante frio nessa noite da Jozolândia quando um vulto enorme invadiu a livraria, sedento de vingança, e após usar seus poderes das trevas para matar todos ali presentes, destruiu o lugar e todos os seus livros.
Voltou para o castelo. “O problema devia estar resolvido”, pensou ele, “acho que ninguém mais teria coragem de comprar um livro como aquele, quer dizer, aqulo não é um vampiro” concluiu.
Depois desse dia, Vladimir voltou a sua rotina de ler e tocar seu orgão, e foi feliz assim por bastante tempo.
Mas ele estava sentindo falta de sair um pouco, como fazia antigamente. Então, ao se arrumar para ficar mais charmoso do que de costume, foi dar uma volta a noite na cidade.
Chegando lá, avistou uma linda jovem andando sozinha, e ofereceu-a um jantar no restaurante mais caro da cidade, e a garota, sem conseguir resistir ao charme do vampiro, aceitou.
Vladimir perguntou o nome da garota. “Bella”, ela respondeu. Perturbou-se, mas devia ser mera coincidencia. O jantar foi bastante agradavel, de acordo com os seus planos. Vladimir convidou-a a conhecer seu castelo, e a garota, perdida nos olhos do vampiro, aceitou. Ele lhe mostrou um quarto com uma cama enorme e que parecia ser extremamente confortavel. Disse-a que podia ficar a vontade para deitar quando viu o olhar de cobiça que lançava a cama.
O vampiro se aproximou dela, que parecia ter entendido, pois estava se oferecendo a Vladimir, que logo avançou em Bella e começou a beija-la.
Logo, estavam transando, mas num determinado momento, Bella gemeu: “Edward, Edward…” e Vladimir parou. Tomado pela fúria, ele dilacerou a garota completamente em cinco segundos, usando somente seus dentes. Mais uma vez, tomado por uma ira descomunal, se dirigiu a cidade, e logo que chegou, viu um grupo de garotas carregando os livros que tanto odiava, e ao ve-lo, as garotas comentaram animadas: “Olha, parece um vampiro! Será que ele é tão perfeito quanto o Edward??”
Foi a gota d’água. Vladimir matou pessoa por pessoa, destruiu prédio por prédio até ser forçado a adimitir que não havia mais ninguém que pudesse lhe comparar ao projeto de homossexual retratado naquele livro como “vampiro”.
Então, de volta ao seu castelo e convencido a nunca mais sair, Vladimir pretendeu passar o resto de sua vida ali, em sua solidão, tocando orgão e e lendo o resto dos seus livros…
Eu te amo, cara.
Essa foi ótima.
“projeto de homossexual”, RAXEI³³³³³³
MUUUUUUITO BOM!!
MELHOR TEXTO Q VC JA FEZ ATÉ AGORA!!!
BJOS
hahaha nossa, obrigado =]
QUERO MAIS POESIAS!!!!!!!!!
E MAIS TEXTOS!!!
NOSSA, JOZO, TA QUASE UMA SEMANA Q VC NAUM POSTA!!!!!
ENTRAR NO BLOG E LER COISA NOVA FAZ FALTA!!!!
ESPERANDO……
oi, sou novo aki!
Cara, morri de rir com o projeto homossexual!
Vou visitar sempre
super bom trabalho!